BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS »

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

As invasões Bárbaras


As Invasões Bárbaras retrata um drama pessoal para representar a desconstrução de ideologias nas mudanças de um todo. Pode-se dizer que este filme é primo de Kolya, obra tcheca que retrata o encontro de um músico com um garoto russo através do acaso. Uma analogia à morte e ao novo, ao fim do comunismo e ao começo de uma nova república. Em As Invasões Bárbaras, o confronto pessoal de ideologias está no reencontro de um pai e seu filho. Se Kolya tratava do mundo pós-queda-do-muro, As Invasões Bárbaras questionam o mundo pós-queda-das-torres.

Rémy (Rémy Girard), mesmo personagem de "O Declínio do Império Americano - Le Déclin de L'Empire Américain" de 1986, é um professor universitário que está com uma doença terminal. Internado num hospital público ele espera a volta de seu filho Sébastien (Stéphane Rousseau) que opera numa financeira em Londres.

O choque entre o baby boomer que acreditou e desacreditou em todos os ismos de sua época com o yuppie é inevitável. Apesar disso, Sebastian faz de tudo para melhorar os últimos dias do pai. Remove-o do leito compartilhado e evita ainda que volte para o corredor do hospital.

Paciente no corredor? Mas o filme por acaso é brasileiro? Não se esqueça que, mesmo não sendo um país independente, o Quebec também faz parte da América Católica. Estatização, sindicatos corruptos, polícia despreparada e religiosidade fazem do Quebec um país muito parecido com restante da América Latina.

Sebastian, após uma briga com um pai, reflete sua condição de futuro órfão. Ele corre contra o tempo para que Rémy tenha um final digno. Para isso, ele tem de subornar o sindicato e a direção do hospital para melhorar a sua estadia e consegue a conivência da polícia para comprar heroína para aliviar o sofrimento de seu pai, procedimento indicado por uma amigo médico. Possibilita ainda, sua irmã se comunicar com o pai; paga a visita de alunos que esnobaram Rémy em sua despedida da universidade por motivos de saúde e convoca os amigos antigos para lhe fazer companhia.

O grupo de amigos e parentes que passa os últimos dias com Rémy, é formado por professores, antigas amantes, a ex-mulher e um casal gay. Nestes encontros são memoráveis os diálogos da geração que acreditou nas mudanças e que agora convive com guerras preventivas em nome da paz.

O filme questiona em doses variadas o antiamericanismo, o holocausto indígena, a eutanásia, a globalização, a discriminação das drogas e principalmente a permanência dos valores, os quais estão acima de qualquer ideologia. Principalmente a amizade entre pais e filhos que o dinheiro não compra. Parece propaganda, mas não é.

Remy apega-se à vida e tem saudade desta antes mesmo de deixá-la. Saudade das conquistas, mulheres e ideologias. Sua amizade com a junkie Nathalie é um dos pontos altos do filme.

Os homens passam e as obras ficam. Esta é a mensagem do filme As Invasões Bárbaras. E a saída está nas estantes para afugentar o fascismo velado nas primeiras leituras. Apesar de toda a burrice, de todos os fascilosófos dizendo que não há saída, apesar disso tudo, a sensibilidade e bom gosto sempre resistirão
Esse filme eu loquei ele, devo assitir amanhã, mas tem que devolver amanhã e ainda corre o risco de eu não assistir.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Banho na coelha

Hoje eu dei banho em minha coelha!
Gente, nunca mais!
Ela gostou de tomar banho, se eu deixasse ela ficava horas debaixo do chuveiro deixando a água cair sobre ela, estava relaxante pelo o que parece.
O problema é secar, eu imaginei que um coelho molhado é uma coisa nada convencional e muito esquisita, é pior que esquisito, o meu maior problema foi seca-la, o pelo não secava nunca, mesmo com o secador sabe, estava quase apelando e indo na casa da minha vizinha pedir pra ela me ajudar com o secador dela a seca-la.
É terrivel, o pelo amontoa e fica muito dificil secar.
E ai a onde vc pensa que o pelo da seco não esta, mais perto da pele dela ele esta umido e isso não pode.
E pra secar o fucinho então, no pescoço debaixo do fucinho é o lugar mais dificil!
Não deem banho em seus coelhos!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Familia sem consideração

Deu banho em meu cachorro hoje, mas nossa tenha certeza que perco calorias o mesmo tempo que 3 horas de musculação direto.
Aqui em casa o povo abusa da boa vontade, era 8 horas mais ou menos quando minha mãe me acordou pra ficar na mercearia , ai era 8:47 eu ja estava lá, e nisso o meu irmão dormindo o que ele fez até 1 hora da tarde e ja eram 3 horas quando ele desceu pra mim almoçar; acho isso muito injusto sabe, eu não gosto de ficar lá ainda mais quando é esse caso de livre e espontanea pressão pra mim ficar lá .
Quando fui conseguir da banho no meu cachorro ja era mais de 5 horas, e levo uma hora pra conseguir desencardi-lo tudo então acabei ja era noite. Contando com a secagem também.
Depois disso fui assisir filme pq a tv não passa nada de realmente interessante, assisti a um filme de 158 min com uma historia super chata que o final eu ainda não compreendi.
Quando fiquei na mercearia sai com 2 unhas quebradas, eu to deixando-as crescer tem una 3 meses elas estavam enorme , ai quebraram , raiva maior eu não passei hoje.
Amanhã quero levar o meu cachorro para darmos um passeio, mas sera que a minha familia ira deixar???????????